quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dependência ou morte.


Hoje é o dia em que comemoramos a independência de nossa pátria. Às margens do rio Ipiranga o Brasil se tornou um nação autônoma e insubmissa a Portugal. O jovem país almejava voar alto ao se libertar das obrigações com os colonizadores, infelizmente o processo não se mostrou tão fácil...

O Brasil desfez os seus laços com Portugal aos gritos de “IDENPEDÊNCIA OU MORTE” Entretanto, logo eles perceberam que havia uma terceira opção: A dívida.

A nossa nação adquiriu grandes dívidas com países mais ricos, o que nos deixou por séculos como uma das economias mais pobres do mundo, e totalmente submissos aos credores.

O desejo de ser independente é natural à juventude. Essa é aquela fase em que os nossos meninos e meninas se transformam em “rebeldes sem causa” aos nossos olhos. Eles desejam ter os SEUS quartos, SEUS celulares, SEUS carros ou motos. As coisas devem ser feitas do SEU jeito, e ponto final.


Todos aqueles que já tiveram a experiência de criar um adolescente sabe que eles precisam de espaço e liberdade. Porém, nunca uma total independência. Liberdade é o poder de agir no seio de uma sociedade organizada, segundo a própria determinação, dentro dos limites impostos por normas definidas. Independência é o caráter de quem tem autonomia e rejeita qualquer sujeição.

Jovens mal orientados e que buscam guiar as suas vidas através da sua experiência em processo de formação, acabam se envolvendo com coisas ilícitas que os levam ao mundo da dívida ou sujeição. Assim temos os sujeitos à criminalidade, às drogas e tantos outros vícios.

A humanidade em seus primórdios possuía liberdade para viver em um sistema criado e orientado por Deus. No entanto, eles abriram mão da liberdade buscando a independência oferecida pela serpente. O resultado?

“Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou” (Romanos 8. 20 / Grifo nosso).

Adão e Eva acreditaram que ao violar as normas de Deus eles seriam semelhantes ao Altíssimo, e acabaram se tornando submissos e sujeitos ao pecado. Todos nós somos nascidos em cativeiro, prisioneiros do sistema do pecado.

Um dia eu tive que admitir esse fato: “Rapaz, sabe que a bíblia tem razão? Eu sou servo e prisioneiro do pecado (2 Pedro 2. 19), e sozinho eu não tenho condições de mudar de vida. Eu preciso de um libertador, eu desejo a minha LIBERDADE de volta!”

Lembrando que LIBERDADE é o poder de agir no seio de uma sociedade organizada, segundo a própria determinação, dentro dos limites impostos por normas definidas.

Ah amigo, quando a ficha caiu, eu não pensei duas vezes, falei logo com Deus:

“Senhor eu confesso que errei e fui imaturo ao tentar viver uma vida independente de Ti. Isso só me proporcionou dor e amargura à minha alma. Deus, eu preciso urgentemente me tornar dependente da sua infinita graça e poder! Eu preciso me tornar dependente do seu Filho Eterno e da Unção do Santo Espírito. Se eu não for dependente do Senhor eu morro pela consequência dos meus pecados. Faz de mim o que desejares, eu sou seu Senhor. DEPENDÊNCIA OU MORTE!”

Ah querido, vale a pena depender de Jesus. A vida ganha um sentido e propósito! Esse mundo hedonista e egocêntrico tenta pintar o Senhor como um Deus prepotente, quando na verdade Ele nos preenche de vida e paz!

Faça você mesmo o teste de consciência. Se você descobrir que a sua aparente liberdade é uma prisão, não se preocupe. Chame ao Senhor Deus com uma oração sincera de arrependimento, Ele virá te libertar.

“Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4. 7).

“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora, o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (João 8. 34 a 36 / Grifo nosso).

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