terça-feira, 26 de junho de 2012

A Tua Palavra... Citações do livro de Salmos #3


Por Alexfábio Custódio.

A Palavra que cria, sustenta e renova.

“Mediante a palavra do Senhor foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca” (Salmo 33. 6).

Desde o princípio dos tempos a humanidade é fascinada pelos céus. O sol, a lua, as estrelas e os demais corpos celestes sempre despertaram a curiosidade de seus observadores.

A curiosidade conduz às teorias, que são postas à prova através da observação. Planetas foram identificados, constelações desenhadas e os céus mapeados. O tempo passou a ser contado através do movimento das estrelas, ciclos mensais e anuais foram marcados em calendários.


Várias civilizações veneraram de tal modo os astros, que deram os nomes de seus deuses para eles. Eles passaram a ter características e influência sobre a vida do cidadão comum.

Algumas pessoas descobriram que poderiam se orientar através das estrelas, seja na travessia de áreas desérticas ou nas grandes incursões marítimas. Nascia assim a ideia de “estrelas guias”. Hoje, a ciência que proporcionou grandes avanços para a humanidade (astronomia), é usada para reviver a velha idolatria através da astrologia.

Há também os observadores que buscam a origem da criação através do estudo dos cosmos. Buscam vestígios que apontem para o BUM original. Tudo para provar a sua descrença em uma criação ordenada e moldada por uma mente superior. No quarto dia da narrativa criacionista presente em Gênesis, podemos ver o Criador trazendo á existência todo o infinito espaço sideral, apenas com o poder de sua palavra:

E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para alumiar a terra, e para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã: o dia quarto” (Gênesis 1. 14 a 19 / Grifo nosso).

Deus falou, e aconteceu! Uma criação ordeira, com cada astro exercendo a tarefa para a qual foi criada, louvando ao Senhor como toda a sua criação (Salmo 148. 3). Através de sua palavra, Deus alertou quanto ao perigo de idolatrar os astros (Deuteronômio 4. 19), e nos mostra que essa atitude é um ato de rebelião contra o Deus que se revela através de sua criação (Romanos 1. 18 a 22 / Salmo 19. 1).

Ele criou, Ele sustenta, Ele chama cada estrela do infinito pelo nome! (Salmo 147. 4) Ao contemplar essa grandeza, eu faço a mesma pergunta que o salmista: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?” (Salmo 8. 3 e 4)

Contudo, por mais ostentoso e poderoso que nos possa parecer o núcleo atômico de uma estrela, ela não desfrutará daquilo que eu e você desfrutaremos no futuro: A eternidade!

Um dia, o universo que os cientistas estudam, e que a ficção científica povoa com a sua imaginação, deixará de existir diante do trono do Grande Deus e Senhor! (Apocalipse 20. 11) Ali viveremos eternamente com o  Criador e Redentor. Amém, ora vem Senhor Jesus!

“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Apocalipse 21. 1 a 5).
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